No mês da mulher, Fapeal destaca opinião de pesquisadoras

Questões profissionais e de gênero serão focadas em redes sociais

“Respeito às diferenças” é um dos valores defendidos pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas. Por isto, tanto a Fapeal quanto a Fapeal em Revista dedicarão suas redes sociais, neste mês de março, a promover o discurso de mulheres que são bem-sucedidas e respeitadas em suas carreiras acadêmicas, mas continuam bastante conscientes das variadas questões de gênero que ainda precisam ser discutidas e enfrentadas ao redor do mundo.

Emprestaram seu rosto e discurso à campanha Valéria Correia, reitora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal); Daniela Kabengele, coordenadora de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Tiradentes; Marília Goulart, membro da Academia Brasileira de Ciências e uma das fundadoras da Fapeal; Camila Dornelas, pós-doutora em Nanotecnologia Farmacêutica e professora da Ufal; Sendy Melissa do Nascimento, graduanda em Física, ganhadora de prêmio de mérito acadêmico e bolsista da Fapeal desde o ensino médio e, para representar as colaboradoras da Fundação, Ybéria Soares, acadêmica de Letras.

O conteúdo digital poderá ser conferido via Facebook, Instagram e Twitter, com a hashtag  #fapealcomelas. Já uma abordagem mais aprofundada sobre trabalho relevantes em diversas áreas da ciência que estão sendo desenvolvidos por pesquisadoras alagoanas estará disponível na próxima edição da Fapeal em Revista.

Opinião – Coincidentemente, no momento, as superintendências da Fapeal são ocupadas por mulheres, que foram convidadas a refletir sobre a campanha. Ambas destacam a versatilidade feminina enquanto profissionais, mães e esposas.

Alda Calado, superintendente de Planejamento, Orçamento, Finanças e Contabilidade, comenta que “embora ainda existam certos preconceitos, a mulher conseguiu ser valorizada no mercado de trabalho. Na época da minha mãe havia papéis que eram só masculinos”, observa.

Já Morgana Medeiros, superintendente administrativa, chama atenção para a abordagem diferenciada que, por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1977 comemora o 8 de março como Dia Internacional da Mulher:

“Se um homem for extremamente bem-sucedido profissionalmente, isso é tomado como normal. Mas quando se trata de uma mulher, é mais complexo. Tem que ser observado que, além da carga de trabalho, há todo um processo familiar e uma responsabilidade com os filhos cobrada pela sociedade”, avalia Morgana Medeiros.

Mais informações sobre a programação do Governo de Alagoas para o mês da mulher estão disponíveis neste link.

Morgana Medeiros e Alda Calado

Morgana Medeiros e Alda Calado

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