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Minutos da Ciência apresenta detalhes sobre a relação entre a gentileza e a ciência

Programa mostra que colher essas benesses depende do porquê e de como as pessoas fazem coisas pelos outros

Deriky Pereira

Amigos brincando (Foto: Reprodução/iStock)

Você é gentil? Neste programa vamos saber o que a ciência diz sobre o poder da gentileza. Foi com esta afirmação que os apresentadores deram início ao programa de número 319 do Minutos da Ciência, publicado nas redes sociais de Fapeal e de Fapeal em Revista na sexta-feira (29). E a resposta pode surpreender, visto que com a correria do dia a dia, pode ser um pouco difícil pensar em atos de gentileza, mas segundo a ciência isso não deveria ser assim.

Ao longo dos anos, estudos vêm mostrando os benefícios da gentileza e uma análise aprofundada do comportamento humano mostrou que colher essas benesses depende do porquê e de como as pessoas fazem coisas pelos outros. Os dados mais recentes sobre o tema fazem parte de um levantamento do World Happiness Report 2025, relatório publicado pela primeira vez em 2012. E as evidências sugerem que os frutos da benevolência para a mente são bem mais fortes em comunidades de cuidado, tanto para quem ajuda quanto para quem se beneficia.

A gentileza, a saúde e a proteção do organismo

O estudo mostrou também que as emoções positivas como gratificação, propósito e satisfação, por exemplo, ajudam a reduzir sintomas de ansiedade.

É que, ao fazer um ato de gentileza e gerar no outro uma emoção positiva, a pessoa se sente satisfeita por ajudar, como uma retroalimentação positiva, ou uma interpretação científica da frase “gentileza gera gentileza”. Além disso, essa valência de emoções positivas e da ação de gentileza ajuda a reduzir a ativação do sistema de tensão e preocupação, o que provoca uma queda do cortisol, que deixa as pessoas menos estressadas e melhora a qualidade de vida.

E mais: tanto os atos de gentileza quanto o voluntariado são boas apostas para proteger o seu organismo e para viver mais, como mostrou um estudo conduzido por pesquisadores de saúde pública de Harvard, nos Estados Unidos. Uma das análises apontou que pessoas relacionadas a doações e serviço voluntário apresentaram menores níveis de dor física. E outra revelou dois benefícios para idosos que ajudava os outros regularmente: um bom funcionamento do corpo e menor risco de mortalidade.

Clique aqui e acompanhe o programa na íntegra.