No episódio, Manoella Neves apresenta breve resumo sobre a pesquisadora que se tornou referência no feminismo negro no país
Deriky Pereira

Uma das mais importantes ativistas e intelectuais brasileiras. Estamos falando de Lélia Gonzalez, personagem do livro escrito por Sueli Carneiro, dica especial da coluna Bora Ler com Manoella Neves neste mês de março, o mês da mulher. O livro conta a trajetória de Lélia e como ela, na contramão de uma lógica meritocrática, avançou nos estudos não apenas por seus esforços, muito pelo contrário: ela fez muito mais.
O engajamento de Lélia no movimento negro e feminista na luta pela garantia de direitos à população negra, inspirou gerações de mulheres negras a recusarem lugares de subalternidade e a tomarem consciência de que seus desejos – de estudar e de ter uma vida digna, por exemplo – eram, sobretudo, direitos.
Por meio do conceito de ‘amefricanidade’, Lélia propôs uma identidade latino-americana centrada nas experiências e saberes das mulheres negras. Assim, a professora e filósofa tornou-se referência fundamental no pensamento social brasileiro sendo considerada uma das principais autoras do feminismo negro no país.
Em Lélia Gonzalez: um retrato, Sueli Carneiro traça um perfil biográfico de Lélia que se parece com a história de muitas mulheres negras no Brasil. A obra nos convida a conhecer Lélia por sua intelectualidade e militância.
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